domingo, 15 de junho de 2008

... sem rima, ... sem métrica, ... sem sentido

... que estranha nossa história.
depois de tanto tempo
ainda sabendo que o mundo dá lá suas voltas
e das distâncias que a terra tem para cada ocasião,
tantas voltas foram dadas
que você apareceu de novo, na minha frente.

e aquelas palavras – há muito - postas num papel
que outro dia já foi mata
e hoje se perdeu noutra forma de carbono,
renascem num novo sentido

foram as primeiras palavras
na ponta de minha caneta
quem sabe, as primeiras linhasdiante seus olhos.
agora, minha cabeça voltou a ter a leveza
de uma adolescência vivida às avessas,
continue dando uma cor nova
a cada pincelada que você tinge na minha direção.
... e vamos ver pra que direção o mundo vai girar.

Um comentário:

Eliane disse...

... que estranha nossa história.
depois de tanto tempo
ainda sabendo que o mundo dá lá suas voltas
e das distâncias que a terra tem para cada ocasião,
tantas voltas foram dadas
que você apareceu de novo, na minha frente.


Sei que essas palavras não foram pra mim mas faço delas as minhas palavras agora.