terça-feira, 30 de setembro de 2008

A BOLSA rompeu. Quem vai parir o bebê de Rosemary?


Desde que saí da carreira de auditoria, prometi a mim mesmo, não mais me preocupar com o mercado financeiro.
Mas o hábito, como um imã ou uma cachaça, me manteve interessado e preso à essa pauta. Desde então, continuo acompanhando o fascínio que essa atividade exerce, com suas estratégias – algumas – desastrosas.
Há cerca de 20 anos sou um discreto espectador da voracidade que a especulação imobiliária norte-americana, vêm imprimindo aos seus cidadãos, lastreada por aviltantes contratos hipotecários.
Também, há alguns anos, acompanho a pífia administração do governo Bush, gerindo o país como uma criança demente e inconseqüente que brinca de monopoly (ou, como chamado no Brasil – Banco Imobiliário) e War.
Nesses quase 8 anos de governo, montas vultuosas foram aprovadas pelo poder legislativo daquele país, para firmar uma dotação orçamentária que financiasse uma guerra perdida, no oriente médio.
Um dos fiadores dessa empreitada se chama Osama e vive longe do território de tio Sam, e de lá, conseguiu ter seu quinhão de responsabilidade na catástrofe.
Agora, o panorama que se apresenta é drástico.
Mega corporações quebram com a fragilidade de um cristal.
As bolsas viveram ontem, seus momentos de apocalipse.
O congresso rejeitou o plano Sasá Mutema que tentaria intubar uma economia moribunda, falida-e-mal-paga.
E, obviamente, num mercado globalizado, a conta será apresentada à nós, terceiro mundistas.
Só espero que, quando acabar essa farra do Crazy Bull, Mr. Bush tenha a decência de puxar a descarga.

Um comentário:

Anônimo disse...

Vc realmente não deveria ficar tanto tempo sem atualizar seu blog, és muito talentoso, parabéns!
Sucesso!